Veja o que muda com as restrições da fase vermelha do Plano SP

A fase vermelha do Plano São Paulo, que determina regras para a abertura econômica das regiões do Estado, começa a funcionar nesta segunda-feira (25) das 20h às 6h. Entenda as mudanças previstas na etapa mais restritiva do plano.

As regras previstas pela fase vermelha valem aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia. Nessa etapa funcionam somente os serviços considerados essenciais, como farmácias, padarias e supermercados. As restrições válidas durante a noite e aos finais de semana devem permanecer até, pelo menos, 8 de fevereiro, segundo anunciou o governo.

Inicialmente, o governo havia informado que a capital, que está na fase laranja, entraria na fase vermelha já nesta segunda por causa do feriado de aniversário da cidade. Porém, depois corrigiu a informação e informou que as restrições só valeriam a partir das 20h como nos demais municípios de estado.

Na fase mais restritiva do Plano São Paulo, o atendimento presencial em restaurantes, comércios e lanchonetes estão proibidos, mas os serviços de entrega podem funcionar normalmente. Assim, na etapa vermelha, funcionam, além de farmácias, supermercados e padarias, açougues, postos de combustíveis, lavanderias, meios de transportes, oficinas de veículos, atividades religiosas, hoteis, pousadas, bancos, pet shops e serviços de entrega.

Na fase laranja, para a qual a capital volta durante os dias de semana entre 6h e 20h, podem funcionar comércios e serviços, exceto o atendimento presencial em bares e restaurantes. A capacidade de ocupação prevista é de 40% de público nos estabelecimentos. O funcionamento máximo por dia dos estabelecimentos é de 8 horas.

Nesta fase, o atendimento presencial poderá funcionar apenas até 20 horas. Parque estaduais, salões de beleza e academias podem abrir nessa etapa.

As regiões em fase vermelha são Presidente Prudente, Marília, Bauru, Franca, Barretos, Sorocaba e Taubaté. As outras que passam a adotar a fase laranja são Araçatuba, São José do Rio Preto, Araraquara, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, Piracicaba, Campinas, Grande São Paulo, Registro e Baixada Santista.

A mudança ocorreu por conta do aumento dos casos, internações e mortes por conta da pandemia no estado. Na sexta-feira, a taxa de ocupação de leitos de UTI destinados a pacientes com covid-19 estava em 71,1% no estado e 71,6% na Grande São Paulo. Havia 6.044 internados em UTIs e 7.659 em enfermarias. O número de caso estava em 1.679.759 e o de óbitos em 51.192.

As cirurgias eletivas foram canceladas e mais 750 leitos de UTI destinados a covid-19 foram abertos no estado. Segundo o governo, sem medidas mais restritivas, se o aumento de internações se mantivesse no mesmo ritmo, os leitos de UTI para estes pacientes de esgotariam em 28 dias.

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